Mostrando postagens com marcador Artigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos. Mostrar todas as postagens

22 de julho de 2009

Cristãos Mais ou Menos



"Se estou empurrando a mim mesmo por aí sem nenhum poder real, então a religião que pratico não merece o nome que ostenta.
O que significa ser um cristão? Nós nos unimos tão intimamente com Cristo que nos tornamos um. Tal como em um casamento humano, quando tomamos o nome de Cristo, tornamo-nos um com Ele. É isso que significa ser um cristão." Jim Hohnberger, Vida Plena de Poder.

Já dizia o Espírito de Profecia:

"Ou somos cristãos decididos de todo o coração, ou nada somos." Testemunhos Seletos, v. 1, pág 26.

"Não podemos avançar na experiência cristã, enquanto não afastarmos de nosso caminho tudo quanto nos separe de Deus." Mensagens aos Jovens, pág 377.

"Nascemos originais e morremos cópias", disse Carl Jung. De quem você quer ser cópia? "Somos transformados pela contemplação", disse Ellen White. Em minha mente é difícil conceber a ideia de um cristão sem essas características. A cada dia, parece que a identidade de cristo, a expressão de "não pertencer a este mundo" vai caindo em um abismo irreal na vida de muitos. Essas pessoas agem, comem, vestem, compram, como se fossem daqui. Às vezes perdemos a visão do eterno. Do lar. Do nosso lugar que, definitivamente, não é e jamais será aqui. O espírito de profecia diz que quando a chuva serôdia cair, muitos entre nós não vão nem peceber. Ela vai cair no irmão que está ao lado, mas não vão entender. Só vão se dar conta quando a porta da graça se fechar.
Ser. Como essa palavra tem impacto em minha vida! Onde viver vai além de levantar aos sábados e ir à igreja, dar estudos, pregar, ajudar outros...tudo isto nunca irá fazer sentido em sua vida se o caráter de Cristo não estiver em suas mãos regendo suas ações; se ele não estiver em sua fronte, regendo seus pensamentos, sua fé.

"Não porei coisa má diante de meus olhos." Salmo 101:3

Assuma esse compromisso com Deus. Suas escolhas hoje, selarão seu destino eterno. Não se preocupe com nada aqui que te afaste de Deus. É isso que significa "amar a Deus acima de todas a coisas". Significa que primeiro eu tenho tempo pra Deus, depois, se sobrar tempo eu como, trabalho, ou faço qualquer outra coisa. E o seu Criador é tão bom que diz que se você fizer isto, "todas as coisas vos serão acrescentadas." É um passo de fé.
Não deixe nada separá-lo de Deus. Seu lugar não é aqui...

Fonte: Tais Santos

6 de julho de 2009

Perseguição e Reavivamento

A Igreja Adventista sofrerá terrivelmente. Nos alegramos agora, mas eles virão atrás de nós e de nossos filhos. Fecharão suas redes em nossa volta enquanto brincamos com eles e discutíamos por coisas tão pequenas e nos distraíamos com atrativos materiais. E a rede continua se fechando a sua volta. Em volta de seus filhos e seus netos e mesmo assim isso não te faz temer.

Você será isolado da sociedade como já tem acontecido. Qualquer um que desejar uma posição superior e acreditar na Bíblia será considerado um lunático até finalmente sermos silenciados. Seremos denunciados por coisas que não somos e perseguidos não por sermos seguidores de Jesus, mas por sermos radicais fundamentalistas que não conhecem a verdade na qual Cristo é amor e tolerância. Vocês cairão como os maiores intolerantes e pessoas que mais odiaram a humanidade em toda a história.

Eles já vieram atrás de seus filhos e para a maioria de vocês eles já os cercaram. Eles os cercaram através das escolas públicas e pela doutrinação nas universidades e vocês não tem idéia do por que seus filhos saem não querendo servir ao Senhor. É por que vocês os alimentaram dentro da boca de satanás. Então lentamente a rede se fecha em nossa volta, mas não é lentamente. Basta olhar como as coisas estão desmoronando em questão de semanas. Em questão de semanas...

Mas ao mesmo tempo saiba disso: Perseguição sempre teve um significado de maldade, mas para Deus sempre significou algo para o bem. E não é melhor sofrer nessa vida para termos a glória no céu? Você precisa entender uma coisa em sua mente e é algo que quero repetir várias e várias vezes: Não acredite... Através da história você teve uma idéia errada sobre o que é mártir e perseguição. Você pensa que estes homens foram perseguidos e martirizados pela fé sincera em Jesus Cristo. Essa era a real razão, mas ninguém ouvia falar disso em público. Eles eram mártires e perseguidos como inimigos do Estado, como intolerantes, como estúpidos e fanáticos mentais que seguiam uma direção que nada ajudava a sociedade.

O seu sofrimento não será nobre. Sua mente deve estar cheia da palavra de Deus quando te perseguirem e se levantarem contra ti. E quando o Espírito de Deus, a calma e a graça se retirarem, você verá que até seus filhos e seus netos clamam que você deve morrer. Isso não é brincadeira.

Você quer um avivamento e um despertar... Mas saiba disto: Na maioria das vezes os grandes avivamentos surgiram depois de catástrofes nacionais e perseguições. Eu acredito que Deus está trazendo um “grande despertar” e acredito que Ele está levantando jovens que são fortes e acreditam na providência Dele para serem capazes de atravessar a perseguição que está para cair sobre nós e estará sobre nós antes mesmo que muitos a possam reconhecer.

Isso não é bobagem. Esse tempo virá sobre nós. Estejam preparados para perderem suas casas, seus carros, tudo.

Fonte: Gilberto Theiss

21 de junho de 2009

Ressurreição de Moisés

Fato 1: As escrituras declaram que Moisés morreu e foi enterrado pessoalmente por Deus:

Deu 34:5-6: Assim Moisés, servo do Senhor, morreu ali na terra de Moabe, conforme o dito do Senhor, que o sepultou no vale, na terra de Moabe, defronte de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura.

Fato 2: As Escrituras falam de que houve uma batalha pelo corpo ou cadáver de Moisés:

(Judas 1:9) – Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo (cadáver) de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.

Fato 3: Moisés desce do Reino de Deus, ao lado de Elias (que havia sido levado vivo aos Céus) para conversar com Jesus:

(Marcos 9:2-7) - E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias. Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi.

As escrituras declaram o assunto que os três conversaram:

(Lucas 9:30-32) – E eis que estavam falando com ele dois homens, que eram Moisés e Elias, os quais apareceram com glória, e falavam da sua morte, a qual havia de cumprir-se em Jerusalém.

Juntando as Evidências:
Ponto 1: Elias pôde descer do Céu para conversar com Jesus porque ele havia sido levado vivo aos Céus. (ver II Reis 2:11-12).

Ponto 2: Moisés foi ressuscitado dos mortos, após Miguel ter disputado seu corpo com Satanás, senão nunca teria aparecido para conversar com Jesus.

O cristianismo pressupõe vida após a ressurreição. Sem passar pela ressurreição não há vida. A grande maioria das pessoas apenas será ressuscitada na segunda vinda:

(I Tessalonicenses 4:16) – Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

Para entender melhor este artigo leia A Ressurreição dos Mortos, Partes 1, 2, 3 e 4.

Veja também: Como Pedro sabia que eram Moisés e Elias que desceram para conversar com Jesus?

7 de junho de 2009

Programas do Pr. Fernando Iglesias em Áudio -


Arquivos de Áudio
Para baixar, clique com o botão direito do mouse sobre o nome da palestra e escolha a opção "Salvar destino como
"


Série Princípios

Lares se abriram para esperança até onde não havia luz elétrica

Porto Velho, RO... [ASN] O projeto Lares de Esperança, realizado com força no dia 30 de maio em mais de 500 mil casas da América do Sul, fez a diferença, inclusive, em locais distantes da zona urbana, em regiões em que mesmo a luz elétrica ainda não chegou.

Na comunidade de Calderito, distrito Central de Porto Velho, em Rondônia, um gerador, um televisor e um aparelho de DVD permitiram que diversas famílias assistissem à mensagem do Pr. Mark Finley. Os membros da comunidade local arregaçaram as mangas e, com o gerador em mãos, foram nas casas, usando transporte marítimo para chegar aos lares. O relato foi dado pelo pastor Marlinton Lopes, que preside a Igreja Adventista do Sétimo Dia na região Norte do Brasil durante encontro com outros presidentes de uniões integrantes da Divisão Sul-Americana. Para o pastor Erton Köhler, líder dos adventistas sul-americanos, “esse é o tipo de experiência que mostra o alcance dos projetos da Igreja e que deixa claro que é possível participar nessa grande obra que Deus confiou de pregarmos o evangelho”.

Na região Norte, a criatividade foi evidente para que o Lares de Esperança se tornasse uma realidade. Em Rurópolis, no Pará, foi colocado anúncio na emissora de rádio local para quem quisesse receber um exemplar do livro Sinais de Esperança e, por consequência, acabaria recebendo uma visita também. Já em Santarém, no mesmo Estado, um pastor local resolveu inovar e colocou uma propaganda em um ônibus sobre a ideia do Lares de Esperança. A frase dizia que, fora de casa, havia insegurança, mas lugar seguro mesmo era no seu lar naquele 30 de maio.

Outros relatos dos presidentes de uniões e instituições adventistas também mostram o forte envolvimento dos membros da igreja com a missão evangelizadora. Na Casa Publicadora Brasileira (CPB), localizada em Tatuí (SP) e na ACES (Asociación Casa Editora Sudamericana – na Argentina), as duas editoras adventistas da América do Sul, os funcionários se engajaram totalmente e abriram suas casas para falar de esperança. Conforme o pastor José Carlos Lima, diretor da CPB, pelo menos 375 pessoas foram impactadas com a ação direta dos servidores da editora.

No Chile, de acordo com o pastor Eber Liessi, que preside os adventistas naquele país, alguns destaques interessantes foram a respeito das instituições da igreja que não mediram esforços para reunir fornecedores, simpatizantes e amigos a fim de ouvirem sobre um futuro diferente com Deus. Ele contabilizou, até agora, em torno de 12 mil lares abertos nas terras chilenas. Na pequena cidade de Putu, por exemplo, apenas uma pessoa convidou 20 para estar em sua casa e garantiu boa comida e boa mensagem a todos. “Aqui, os esforços são grandes para fazermos chegar às mãos das pessoas exemplares do livro Sinais de Esperança. Diversas autoridades receberam, inclusive ministros do governo e a presidente chilena, Michele Bachelet”, comenta Liessi.

Na União Peruana do Norte, foram mais de 44 mil lares de esperança segundo avaliação do presidente, o pastor Orlando Ramos e mais de 84 mil pessoas não-adventistas alcançadas. Bons resultados também foram vistos na Igreja Adventista nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. O presidente dos adventistas nessa região, chamada de União Este-Brasileira, pastor Maurício Lima, ressaltou as escolas de esperança, ou seja, iniciativas em que estabelecimentos de educação trabalharam para que os alunos fizessem sua parte também e convidassem colegas e amigos para receber um livro, ter uma confraternização especial e escutassem as palavras do pastor Mark Finley no DVD.

O diretor financeiro da Igreja Adventista Mundial, Robert Lemon, falou rapidamente aos presidentes de uniões e elogiou a iniciativa do Lares de Esperança, ao afirmar que “é uma ótima oportunidade de falar de Deus às pessoas”. Lemon comentou que a liderança mundial tem boas práticas a aprender com a Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul. [Equipe ASN - Felipe Lemos]


Fonte: Portal Adventista

10 de abril de 2009

Das Preferências Musicais e Escolhas Morais

Na revista Australasian Psychiatry (agosto de 2008, p. 284-288), os pesquisadores Felicity Baker e William Bor buscaram estabelecer uma série de correlações entre escuta musical e atitudes ou condutas dos ouvintes, como: os fãs de música pop teriam tendência à dúvida sexual; quem ouve dance music aumenta as chances de consumir drogas; os ouvintes de jazz tendem à solidão e teriam dificuldade de aceitação social. Pior ficou para os metaleiros, os ouvintes e "praticantes" de heavy metal e variações, que tendem a roubar, fazer sexo sem proteção, dirigir alcoolizados e sofrer de depressão que pode levar ao suicídio. De outro lado, só faltou dizerem que as plantinhas crescem viçosas e felizes porque escutam música clássica.
O objetivo da pesquisa, descrito no artigo, é perguntar se a música induz a ações sugeridas nas letras das canções ou se a preferência musical representa tendências de comportamento já existentes no indivíduo. De cá, pergunto: A música induz a ações sugeridas nas letras?

...
Não podemos descartar inteiramente os estudos que apontam a vulnerabilidade emocional do ouvinte como fator relevante nas escolhas e preferências musicais, mas também não é possível afirmar definitivamente que as letras induzem o ouvinte a uma ação. Se fosse tão simples assim, os cristãos seriam um grupo de pessoas extraordinárias que só fariam o bem o tempo todo.
...
Não confie demais nos ouvidos. Apesar de abertos o tempo todo, eles podem ser traiçoeiros. Aprendi que a música é a única forma de arte que nos ataca pelas costas.

Joêzer Mendonça


Nota DDP: Penitencio-me antecipadamente por haver "picotado" o texto do irmão Joêzer. Sugiro e encorajo a leitura integral no link supra declinado. Para efeito das próximas linhas transcrevi o que entendi necessário.

O artigo supra trata de correlacionar a letra da música com o comportamento. Gostaria de avançar um pouco mais, para que se levasse em conta como a música isoladamente pode fazer o mesmo.

Recentemente publiquei aqui uma resenha sobre a questão das "raves", como a música influencia a quem está atingindo, sem letra. Uma maior coletânea de material neste sentido pode ser acessada no site Música e Adoração.

Ainda hoje um amigo mandou-me um email lembrando da questão do i-doser, música eletrônica com o intuito de produzir efeitos similares aos das drogas. Não se pode esquecer ainda o artigo publicado no Blog do Michelson “O poder da música sobre o cérebro”. Tantos outros poderiam ser citados, tanto neste espaço, como no citado blog.

Por tudo isso avancei no sentido de transcrever o artigo supra, especialmente pela pertinência de sua conclusão:

Não confie demais nos ouvidos. Apesar de abertos o tempo todo, eles podem ser traiçoeiros. Aprendi que a música é a única forma de arte que nos ataca pelas costas.

É por isso que ela, a música, está sendo e será utilizada no contexto da profecia. Infelizmente o diabo torceu uma das maiores dádivas do Senhor.

Jeremias 17:5;9
Assim diz o Senhor: Maldito o varão que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!... Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?
Diário da Profecia

5 de abril de 2009

Ele Amou o Presente Século...

A apostasia é um mal presente em todas as igrejas da atualidade. Infelizmente, os anos vão passando, e vemos dezenas de pessoas entrarem e saírem das fileiras de Cristo. Realmente, podemos identificar vários motivos que levam pessoas a abandonarem a Igreja e a Deus, mas o mais comum é o “amor” às coisas do mundo - especialmente entre nossos queridos jovens.
Você já ouviu falar em um jovem Adventista chamado Demas? Quem foi ele? O que podemos aprender de sua vida? Veja se você se identifica em algum aspecto com este jovem promissor, mas que teve um trágico fim.

No princípio de sua vida cristã, Demas era ativo na obra do Senhor. Ele era considerado um grande cooperador do apóstolo Paulo, mais ou menos no ano 60 d.C. (cf. Fim. 24). Certamente era alguém como muitos dos nossos jovens de hoje: ativo na Igreja, empenhado nas atividades missionárias, talvez até um Líder dos Desbravadores e do Clube de Jovens, ou até mesmo um "Calebe"...

Ainda por volta de 60 d.C., na carta aos colossenses, Demas é citado como companheiro de Paulo e de Lucas (cf. 4:14). A palavra grega utilizada por Paulo para identificar Demas como um cooperador, era o termo SUNERGOS, que identifica um companheiro de trabalho, de lutas e de sofrimentos.

Demas realmente se empenhava na participação ativa da evangelização, estando mesmo disposto a sofrer pelo Evangelho da salvação em Cristo Jesus, que ele estava ajudando a levar ao mundo de sua época. Mas algo aconteceu...

Tragicamente, lá pelo ano 67 d.C., no final do ministério de Paulo, Demas é contado entre os que abandonaram a fé (cf. 2Tim. 4:10). Paulo menciona em sua carta que o jovem companheiro o havia deixado para trás, e retornado para Tessalônica. O motivo que Paulo apresenta é muito apropriado para nossa reflexão - Demas “amou o presente século”.

O termo que Paulo utiliza em referência ao sentimento de Demas pelo mundo é AGAPAO, o mesmo usado no Novo Testamento para referir-se ao amor forte que deve unir-nos a Deus.

O “presente século” se refere ao tempo atual, à modernidade, às coisas que este mundo oferece para aqueles que contentam-se somente com o que podem aproveitar nesta vida (sexo fácil, drogas, vaidades, riquezas, poder, luxo, diversão livre, etc.). O grande problema de Demas foi perder de vista a herança prometida. Mas esta decisão de trocar as coisas espirituais e eternas, pelas materiais e passageiras, não ocorre da noite para o dia. Não!

A mudança é lenta e progressiva. Começa com a frieza nas atividades da Igreja:

- Oração (você tem perdido o desejo de orar? Ou talvez suas orações estejam se tornando mecânicas, frias, sem vida?);

- Estudo da Bíblia (o único momento que você tem segurado a Bíblia em suas mãos, para dela retirar algum ensinamento, tem sido apenas na hora do sermão, no sábado pela manhã? Ou talvez você nem mesmo esteja mais levando a Bíblia para a Igreja?);

- Freqüência à Igreja e suas atividades (os cultos têm se tornado desinteressantes para você? Tem sido muito mais “legal” ficar em casa assistindo TV, ou sair para passear com os “amigos”?).

Quando um jovem inicia o caminho de volta para "Tessalônica", como Demas fez, ele começa a pensar que a Igreja já não desperta mais o seu interesse como antes. Começamos a ver todos como “hipócritas”, achamos que Deus não é tão real quanto a Igreja prega, pensamos que há mais alegria e vantagens em viver longe do “jugo” que a religião nos impõe.

Por fim... vem o abandono da fé, a apostasia total, pois... estamos agora novamente amando o presente século. Retornamos àquela antiga vida de pecados e busca pelo que o mundo pode oferecer hoje, sem importar-se com o amanhã.

Mas, é possível para o jovem Demas (ou Gilson, Marcos, Helena, Maria, José, João, Eduardo, Gabriel, Glória...) se prevenir contra esta volta ao “amor” do mundo?

Felizmente sim, é possível! O próprio Paulo dá a receita:

“Torna-te, pessoalmente, padrão de boas obras. No ensino, mostra integridade, reverência, linguagem sadia e irrepreensível, para que o adversário seja envergonhado, não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito” (Tito 2:6-8).

Que maravilhoso conselho, tanto para o jovem Tito, quanto para Demas, para mim e para você!

Devemos buscar cada vez mais uma vida de cristianismo prático, sem teorias vazias. Não podemos vacilar quanto ao estudo progressivo e aprofundado da Palavra de Deus e do Espírito de Profecia. Também é essencial nossa participação ativa em todas as atividades oferecidas pela Igreja (já se inscreveu para algum Pequeno Grupo em 2009?), pois só assim poderemos aumentar a fé e o conhecimento na teologia divina.

Outra ferramenta infalível é nunca descuidar por muito tempo da comunhão sincera e prazerosa com o Autor de nossa fé. Dedique diariamente um tempo especial, só dividido entre você e Jesus.

Você verá como sua vida espiritual vai adquirir novo brilho... e o amor ao mundo jamais conseguirá ofuscar o sentimento verdadeiro que você sentirá pelo nosso maravilhoso Amigo - Jesus.

Muitos estão caindo no mesmo erro de Demas. Mas você e eu não precisamos estar entre eles. Deus coloca meios para nos prevenirmos da armadilha da apostasia.

Talvez, através desta simples reflexão, você tenha percebido que está quase no mesmo caminho de Demas, um caminho sem volta, que o está levando para longe de Deus.

Pare agora, e deixe que Deus o ajude a retornar para perto dEle, e apagar de seu coração este “amor” que falsamente o mundo tenta apresentar a você.

Estou torcendo por sua vitória...

Gilson Medeiros

2 de abril de 2009

O Que É Santificação?

Fala-se muito em "santificação", "ser santo", "santificar-se".

Mas, qual o significado bíblico de Santificação?

Vejamos o que a Palavra de Deus fala sobre este tema; afinal, os Adventistas crêem no princípio evangélico da Sola Scriptura, defendido por Lutero, o qual determina que a Bíblia deve ser sua própria e exclusiva intérprete.

1. Alguém ou algo separado por Deus para uso ou serviço

a) Pessoas

“Vós Me sereis de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel”Êxodo 19:6.

“Disse o Senhor a Moisés: Consagra-Me todo primogênito; todo aquele que abre a madre de sua mãe entre os filhos de Israel”Êxodo 13:1, 2.

b) Tempo - sábado
“Lembra-te do dia de sábado, para santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”Êxodo 20:8-11.

c) Dízimos – Bens e Rendas
“Também todas as dízimas da terra, tanto do grão do campo, como do fruto das árvores, são do Senhor: santas são ao Senhor... No tocante as dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passa debaixo da vara do pastor, o dízimo será santo ao Senhor” Levítico 27:30, 32.

d) Animais
“Consagra-Me todo primogênito; todo que abre a madre de sua mãe entre os filhos de Israel, assim de homens como de animais” Êxodo 13:2.

Santificação não é sinônimo de conduta. Ser "santo" não significa ser "inerentemente bom", ou que "não se peca mais".

“Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos”1Coríntios 7:14.

O esposo (ou a esposa) incrédulo é santificado pelo relacionamento com o cônjuge crente. Neste sentido, a ideia básica de santo é a de “separado”.

Em Romanos 1:7 e Filipenses 1:1, Paulo chama os membros da igreja de “santos”. Eles eram santos porque foram chamados por Deus e estavam em Cristo.

2. Santificação como um fato consumado

“Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas... De quanto mais severo castigo julgais vos será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?”Hebreus 10:10, 29.

Não existe uma santificação parcial. Ela é completa (cf 1Cor. 1:2).

O desenvolvimento do cristão não é para a santificação, mas na santificação. A contração “na” dá ideia de completo, mas também de desenvolvimento.

“...nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o Reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados, no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus”1Cor. 6:10, 11.

Conforme já sabemos, santificação envolve comunhão e conduta. Assim, podemos afirmar que, em termos de relacionamento (comunhão), o crente está completo, mas em termos de conduta está incompleto.

3. Santificação como processo progressivo, em desenvolvimento

“Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade” - João 17:17.

Crescer na santificação não é ter hoje dez hábitos maus e amanhã apenas nove hábitos maus. O crescimento não é visto em ter menos, em diminuir atos, mas em "santidade".

“Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade o temor de Deus”2Cor. 7:1.

A tensão entre o real e o ideal na santificação

“Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste”Mateus 5:48.

Esse verso tem sido muito mal utizado por aqueles que acreditam, equivocadamente, que o crente precisa ser "perfeito", no mais amplo sentido desta palavra.

O contexto do verso 48 são os versos 43 a 47. A exortação que Jesus nos faz quanto a sermos "santos" (ou "perfeitos") como Deus, está relacionada com o amor que devemos ter para com o próximo, inclusive os inimigos. Deus ama a todos os Seus filhos... todos! (cf Rom. 4:5; 5:8).

Vejamos o que o Espírito de Profecia diz sobre esta situação:

“Como Deus é santo em Sua esfera, assim deve o homem caído, mediante fé em Cristo, ser santo na sua”Atos dos Apóstolos, pág. 559

Para resolver a tensão entre o real e o ideal, Ellen White apresenta a perfeição relativa na esfera pessoal. Como exemplo, podemos mencionar a semente. Ela é perfeita em cada fase do seu desenvolvimento:

Semente – broto – ramos – flores – fruto
REAL IDEAL

Como cristãos, temos um ideal a alcançar, mas este só será atingido quando Cristo voltar. Contudo, não é preciso vivermos em estado de tensão e angústia no presente, pois somos perfeitos em cada passo do nosso viver com Cristo, pois é NELE que Deus procura nossa perfeição.

E como eu posso verificar se estou "crescendo" no processo de santificação?

"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio..." (Gál. 5:22-23).

O perfeccionismo não existe nesta vida. Por isso, a salvação JAMAIS foi ou será pelas nossas "boas" obras. Somente através de Jesus, e nEle só, é que alcançamos a justificação (passado), a santificação (presente) e a glorificação (futuro).

Aleluia!

Adaptado da apostila de Soterologia (SALT-IAENE)

Visão de Outros Mundos - Ellen White

Atendendo à pedidos, faremos uma exposição das citações onde Ellen White descreve a visão de outros mundos. Em seus escritos, encontramos apenas duas citações sobre o assunto (ambas citações sendo a mesma visão) em questão. Sem tirar conclusões precipitadas e com o pressuposto que é tudo que temos, desde já deixamos claro que o que passar das palavras citadas aqui, será especulação.

Vida e Ensinos, pág 97 à 99 / Primeiros Escritos, pág 39 e 40:

"O Senhor me proporcionou uma vista de outros mundos. Foram-me dadas asas, e um anjo me acompanhou da cidade a um lugar fulgurante e glorioso. A relva era de um verde vivo, e os pássaros gorjeavam ali cânticos suaves. Os habitantes do lugar eram de todas as estaturas; nobres, majestosos e formosos. Ostentavam a expressa imagem de Jesus, e seu semblante irradiava santa alegria, que era uma expressão da liberdade e felicidade do lugar. Perguntei a um deles por que eram muito mais formosos que os da Terra. A resposta foi:
- Vivemos em estrita obediência aos mandamentos de Deus, e não caímos em desobediência, como os habitantes da Terra.
Vi então duas árvores. Uma se assemelhava muito à árvore da vida, existente na cidade. O fruto de ambas tinha belo aspecto, mas o de uma delas não era permitido comer. Tinham a faculdade de comer de ambas, mas era-lhes vedado comer de uma.
Então meu anjo assistente me disse:
- Ninguém aqui provou da árvore proibida; se, porém, comessem, cairiam.
Então fui levada a um mundo que tinha sete luas. Vi ali o bom e velho Enoque que tinha sido trasladado. Em sua destra havia uma palma resplendente, e em cada folha estava escrito: "Vitória." Pendia-lhe da cabeça uma grinalda branca, deslumbrante, com folhas, e no meio de cada folha estava escrito: "Pureza", e em redor da grinalda havia pedras de várias cores que resplandeciam mais do que as estrelas, e lançavam um reflexo sobre as letras, aumentando-lhes o volume. Na parte posterior da cabeça havia um arco em que rematava a grinalda, e nele estava escrito: "Santidade." Sobre a grinalda havia uma linda coroa que brilhava mais do que o Sol. Perguntei-lhe se este era o lugar para onde fora transportado da Terra. Ele disse:
- Não é; minha morada é na cidade, e eu vim visitar este lugar.
Ele percorria o lugar como se realmente estivesse em sua casa. Pedi ao meu anjo assistente que me deixasse ficar ali. Não podia suportar o pensamento de voltar a este mundo tenebroso. Disse então o anjo:
- Deves voltar e, se fores fiel, juntamente com os 144.000 terás o privilégio de visitar todos os mundos e ver a obra das mãos de Deus."

Contrariamente a algumas afirmações, Ellen White não deu nome a nenhum dos "mundos" que ela viu em visão. José Bates , um capitão da marinha aposentado e que tinha um interesse especial por astronomia, estava presente em pelo menos uma dessas visões e relatou que identificara como sendo Júpiter, Saturno e Urano os planetas por ela descritos. Alguns têm ligado equivocadamente as afirmações de Bates com as descrições de Ellen White sobre um "lugar" habitado por seres "nobres" e "majestosos". No entanto, ao se referir à suas visões, ela diz apenas que ela foi levada a um " lugar " "fulgurante e glorioso" (itálico acrescentado). Ela não identifica o "lugar" como sendo Júpiter, Saturno ou qualquer outro planeta do nosso sistema solar.

Como essa questão é bem frequente, devemos tomar cuidado em não ir além do que o texto diz. A citação fala por si só. Sejamos prudentes e analizemos com a seriadade que deve ser tratado o tema. E certos de que um dia "conheceremos como somos conhecidos", prossigamos atentos e perseverantes Àquele que fez a promessa.

"Crede no Senhor vosso Deus , e estareis seguros. Crede nos Seus profetas e prosperareis." (II Crô. 20:20).

Maranata!

Taís Santos




28 de março de 2009

Como entender Isaias 65:17? “Não haverá lembrança das coisas passadas”

Como entender Isaias 65:17? “Não haverá lembrança das coisas passadas”

Comentário extraído da 25º Doutrina Adventista, publicado na revista adventista
Revista Adventista, Pág. 42 – Edição do ano de 1983
“Por ocasião do segundo advento os santos de todas as eras receberão sua herança simultaneamente (I Tess. 4:16 e 17). No dia da ressurreição, cada pessoa será novamente criada e receberá um novo corpo, e contudo cada um reconhecerá os amigos e será por eles reconhecido. Aqueles que caminharem pelas ruas do céu serão as mesmas pessoas que viveram sobre a terra e passaram pelas experiências que os tornaram únicos. É confortador saber que Deus preservará os caracteres e personalidades das pessoas e que por ocasião da ressurreição as restaurará a sua própria natureza especial.”
Comentário Bíblico Adventista
Sobre a “Expressão não haverá lembranças” Isaias 65:17
Nisto estariam compreendidas as " primeiras angústias " (vers. 16), as tribulações do cativeiro, ou para nós as dificuldades deste mundo ímpio. A paz e a glória da nova terra sobrepujarão de tal modo os problemas e as angústias do mundo presente, que em comparação as provas não parecerão nada (Jer. 3:16; P 17; cf. ISA. 43:18-19).
Alguns pensaram que nesta passagem o profeta prediz um esquecimento completo das coisas desta terra, ao menos em relação com os pecados passados, mas no hebraico necessariamente se entende dessa forma. O verbo zakar, traduzido "recordar", muitas vezes define a ação ou a condição que resulta da memória consciente. Por exemplo, a declaração de que os filhos do Israel "não lembraram-se" de Jehová (Juec. 8:34) não significa que nunca pensavam sobre Deus.
Só quer dizer que o povo não rendia a Jehová o culto que o conhecimento do Eterno deveria ter produzido (ver com. Juec. 8:34). Se essa idéia se aplicar à afirmação de Isaías, poderia entender-se que a lembrança das coisas anteriores já não incomodarão nem angustiarão a mente nem causará tristeza nos remidos.
Outras citações de Ellen White
Nesse mundo futuro, "serão esclarecidas todas as perplexidades da vida" (Ed, 295).
Quando já não virmos mais "por espelho, oscuramente" (1 Cor. 13:12), teremos "um conhecimento claro e inteligente" pelo que custou nossa salvação (GC 651 e 674).
O conhecimento da história do grande conflito será a proteção para que nunca mais se repita o ímpio experimento do pecado (CS 553).
No livro GC, Pág. 645 ela escreveu “Criancinhas são levadas pelos santos anjos aos braços de suas mães. Amigos há muito separados pela morte, reúnem-se, para nunca mais se separarem...” Portanto se a mente será completamente apagada este texto seria contraditório. As mães não reconheceriam seus filhos e os amigos não se reconheceriam no céu.
O termo “Não haverá lembrança” ou “não Virá ao pensamento” signigica Literalmente, " não subirá ao coração".
Quanto ao pensamento de que haverá tristeza se algum ente querido não for salvo, temos que ter em mente que na eternidade haverá tanta coisa maravilhosa e teremos um senso de emoções e justiça tão perfeitos que as coisas passadas e tristes serão suplantadas pelas alegres, novas e gloriosas.

Esperança - Só Quem Vive é Que Entende

Sonhos? Perdidos
Planos? Fracassados
Oportunidades? Nenhuma
Realizações? Poucas ou nada
Vontade de viver? As vezes
Lutas? Muitas
Vitórias? Não sei dizer
Fracassos? Quase sempre
Observando as perguntas e respostas acima poderíamos dizer de cara que estou sendo pessimista e melancólico na introdução deste artigo. Alguns diferem melancolismo de realidade, e é possível haver razões por ambos os lados.
Mas desafio meu querido leitor a observar o mundo ao nosso redor. Agora me diga, dá arrepios, nojo, decepção, frustração, desespero, angústia e revolta. Se nós que aparentemente temos uma vida razoável, ficamos ressentidos com tudo o que acontece ao nosso redor, agora imagina aqueles que não tem uma vida como a que temos?
Me lembro quando tinha cerca de 10 anos. Viviamos em um curtiço na grande São Paulo. Meu irmão que fazia o papel de pai pra mim (por eu não ter pai) saia de madrugada para trabalhar e chegar somente a noite. Minha mãe saia também de madrugada e só chegava a noite. Eu com apenas 10 anos de idade passava o dia todo sozinho. Era eu quem fazia o almoço, era eu quem limpava a pequena casa que morávamos, era eu quem lavava algumas peças de roupas, era eu que com apenas 10 anos me responsabilisava por todos afazeres da casa.
Me lembro como se fosse ontem. Tanto sofrimento, tanta angústia e muita pobreza. Viviamos no fundo de um grande curtiço e sempre que passava pelos corredores do curtiço era assaltado pelos maiores. Qualquer coisa que tinha nas mãos ia embora. Me lembro de tudo, porque com apens 10 anos de idade eu era uma criança que tinha esperança, esperança de um mundo melhor e justo, esperança de que as coisas fossem diferentes, esperança de ver menos sofrimento na vida de minha mãe e irmão. Quantas vezes chorei, quantas vezes pensei que nossa vida não receberia oportunidades, quantas vezes pensei que não teríamos mais do que estava ao nosso alcance, quantas vezes pensei que as oportunidade passavam bem longe de nós. Talvez seja essa a razão porque amadureci muito rápido.
Não vou entrar nos detalhes de tudo, apenas quero colocar que essa é a realidade de muitos nesse planeta. Quando imagino que na africa muitas famílias não vivem mais do que R$30,00 mensais, penso que a minha situação quando criança era bem melhor e favorável do que esses humanos que vivem naquele continente.
Sabe meus queridos, minha vida mudou, tudo mudou. Sei exatamente onde foi o ponto de partida dessa mudança. Mas muitas pessoas ainda continuam vivendo na miséria, muitos ainda estão nas favelas e curtiços, muitos ainda vivem na criminalidade por causa de oportunidades que só chegam pra quem tem dinheiro, muitos estão vendo seus sonhos morrerem, suas realizações virarem apenas fantasias, vendo seus destinos sendo traçados pela miséria da vida.
Onde quero chegar? Veja, tudo isso está ligado diretamente com os que professam ser cristãos.
Quando Jesus esteve aqui nesse mundo, Ele foi a procura dessas pessoas, dos desabrigados, dos que tinham sonhos assassinados, dos pobres, dos mendigos, dos enlutados, dos miseráveis, dos que viviam em curtiços. Jesus sofria imensurávelmente em vê-los naquela situação. Jesus tinha profunda compaixão porque não os havia criado para desfrutar de sofrimento e angústia.

Se existe alguém que sonha e deseja ardentemente pela volta de Cristo a esse mundo, essa pessoa é Ele próprio. Ninguém aqui nesse planeta debilitado sonha mais com o desfecho de tudo do que o próprio Deus.
Muitos cristãos estão acomodados com as coisas da vida, enraizados nos pecados do mundo e em seus entretenimentos. Muitos que professam ser cristão parecem não desejar a volta de Jesus. Muitos estão ainda querendo se casar, outros ainda querendo ter filhos, outros ainda querendo desfrutar do novo salário ou do novo emprego, outros ainda estão querendo continuar mais um pouco no luxo adquirido, outros ainda querem primeiro conhecer as 7 maravilhas do mundo, etc, etc, etc.
Agora eu pergunto: E os que estão nas sarjetas? E os que estão vivendo de R$30,00 por mês? Alguém parou para perguntar para os alejados que vivem nas cadeiras de roda se eles desejam a volta de Jesus? Alguém parou para perguntar para aquele que está em fase terminau se ele deseja que tudo isso acabe o mais rápido possível? Alguém já perguntou para aquele que sai de madrugada e só volta a noite, pra nessa correria toda ganhar apenas um sálario mínimo por mês se ele ou ela desejam que a nova terra chegue logo?
Sinceramente, quando olho para o cristianismo hoje acabo sofrendo a tentação de imaginar que Gandi estava certo ao dizer que "não me tornei cristão por causa dos próprios cristãos". É lastimável.
Viver a verdadeira religião é viver pelos outros. Ser cristãos é se interessar pelos pobres e afortunados. Ser discipulo de Jesus é remediar a vida dificil que essas pessoas vivem. Essa é a verdadeira religião. Muitos cristãos acham que são cristãos porque tem um título de Dr. em teologia, outros acham que são discipulos de Jesus porque acham que são bachareis em teologia, outros se acham grandes porque são lideres de fachada ou porque tem uma grande posição na sociedade. Ledo engano. Quando Jesus voltar, títulos e certificados serão queimados, posições de lideranças ou de status servirão de testemunhas a favor ou contra no dia do juízo pelo mal ou bom uso deles.
Ninguém vive a verdadeira religião se não for para lutar pela causa dos desfavorecidos, dos pobres, mendigos e abandonados. Ninguém será salvo por permanecer atrás de uma escrivaninha liderando uma igreja. Todos os que forem salvos serão pessoas que como Cristo fizeram como Ele, foram ao encontro dos que sofrem e dos que são deixados nas sarjetas da vida.
Existe muitos teologandos que quando se formam lutam para receberem chamado em regiões mais ricas que ficam bem longe da pobreza.
Não estou dizendo isso para acusar ninguém, mas para mostrar que se isso acontece em sua vida, saiba que é hora de cair aos pés de Jesus e implorar a ele pela transformação de seu caráter. É hora de lutar contra a fachada da religião. É hora de encarar o ministério como ele deve ser encarado. Quero lembrar a todos que pastorado não é certificado, pastorado é chamado. Pastor não se forma na faculdade, pastor se forma com joelhos no chão e com atitude de cumprimento da missão.
Existem muitos pastores que não são pastores e muitos membros leigos que são verdadeiros pastores da igreja. Não estou desmerecendo a faculdade de teologia e nem o pastorado, mas só estou mostrando o verdadeiro posicionamento dos fatos. A faculdade é importante para o devido preparo mas não é tudo, o chamado vem de Deus e o devido preparo também.
Todos e todos são chamados por Deus para tirar as pessoas não somente do pecado mas também dos sofrimentos existentes na vida, e todos são chamados não somente para ajudar as pessoas nos seus sofrimentos da vida mas também para retirá-las do pecado. Devemos viver e agir como Jesus viveu e agiu. Ele veio e nos deu exemplo claro de como deve ser nossa vida.
Sei que esse tipo de mensagem encomoda a muitos, porque muitos não querem sair detrás das mesas de escritório, muitos não querem sair de frente dos blogs, muitos não querem deixar o luxo da vida, muitos não querem suportar o mal cheiro das pessoas que vivem em condições lastimáveis, muitos não querem se misturar com os pobres e com os doentes. Jesus se misturou com toda essa gente. Ele se preocupou com todos. Muitos nem querem mais sair para dar estudos bíblicos, com medo e receio de perder o status que possui.
Muitos que são de classe alta ou de classe média não querem dividir o que eles tem. Quero lembra-los que o seu dinheiro não é seu, pertence a Deus e Deus lhe concedeu para literalmente dividir com os pobres. Todo dinheiro acumulado até aos centavos servirão de sentença contra ti no dia do juízo. Se não querem que seus bens e dinheiro acumulado não sirva de testemunho de sua perdição então comece já a investir na obra de Deus, seja na pregação do evangelho seja na ajuda aos mais necessitados.
Quero encerrar fazendo um apelo usando um simples texto bíblico. Permita que este verso crie uma reflexão profunda em sua vida, pois vou fazer o mesmo comigo. Deus nos chama para cumprir a missão de salvar as pessoas tanto do pecado quanto do sofrimento da vida. Ele quer que venhamos a refletir o seu caráter. Um caráter de amor e de altruísmo.
DIGA PRA VC MESMO, CHEGA DE VIVER A FACHADA DA RELIGIÃO
"Aquele que diz que está Nele, também deve andar como Ele andou". I João 2:6
Gilberto Theiss

Pastor Batista Aceita e Defende o Sábado

Elen White Defendia o Racismo Entre Adventistas?

Mais de uma vez já me questionaram sobre algumas declarações de Ellen White sobre o casamento entre brancos e negros.

Existe um Centro Apologético (em teologia, "apologia" significa "defesa da fé") aqui no Brasil que "adora" falar mal dos Adventistas, uma das principais "seitas" heréticas, segundo eles.

Os "estudiosos" deste Centro gostam de usar esta foto ai do lado, para chamar a atenção para o assunto.Como é possível que você já tenha se deparado com esta questão referente ao "racismo" por parte de Ellen White, estou disponibilizando um material que preparei há algum tempo sobre este assunto.

Se ainda não ouviu falar de mais esta absurda acusação contra nós, Adventistas do 7º Dia, aproveite para ficar sabendo, e ver o que realmente é verdade sobre o tema.

Espero que ajude!

Para pegar uma cópia do artigo, clique aqui.


Gilson Medeiros

Nisto Cremos - 27 Doutrinas Básicas

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Logo abaixo confira todas as 27 doutrinas.




01 As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade.Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História.

Razões Bíblicas 2 Pedro 1:20, 21; 2 Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa. 8:20; João 17:17; 1 Tess. 2:13; Heb.

02 A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.

Razões Bíblicas Deut. 6:4; Mat. 28:19; 2 Cor. 13:14; Efé. 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Tim. 1:17; Apoc.. 14:7


03 Deus Pai

Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.
Razões Bíblicas Gen. 1:1; Apoc. 4:11; 1 Cor. 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Tim. 1:17; Ex. 34:6, 7; John 14:9

04 Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.
Razões Bíblicas João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; 2 Cor. 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; 1 Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3

05 Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e trasnformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade.
Razões Bíblicas Gen. 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Cor. 3:18; Efé. 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13

06 A Criação

Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a glória de Deus.
Razões Bíblicas Gen. 1; 2; Ex. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6, 9; 104; Heb. 11:3

07 A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente.
Razões Bíblicas Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8: Atos 17:24-28; Gên. 3; Salm. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20

08 O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.
Razões Bíblicas Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9

09 Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.
Razões Bíblicas S. João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15

10 A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo.
Razões Bíblicas Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Cor. 5:17-21: Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I S. João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; S. João 3:3-8; S. Mat. 18:3; I S. Ped. 1:23, 2:21; Heb. 8:7-12

11 A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo com Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavras escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa, sem defeito.
Razões Bíblicas Gên. 12:3; Atos 7:38; S. Mat. 21:43; 16:13-20; S. João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15

12 O Remanescente e Sua Missão

A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial.
Razões Bíblicas S. Mar. 16:15; S. Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14)

13 Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.
Razões Bíblicas Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; S. João 17:20-23; S. Tiago 2:2-9; I S. João 5:1

14 O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.
Razões Bíblicas S. Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6: Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:21 e 13; I S. Ped. 3:21

15 A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos.
Razões Bíblicas S. Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; S. João 6:48-63; Apoc. 3:20; S. João 13:1-17

16 Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, a cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pela Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a Igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor.
Razões Bíblicas Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I S. Ped. 4:10 e 11; Col. 2:19; S. Mat. 25:31-36

17 O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência.
Razões Bíblicas Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10

18 A Lei de Deus

Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.
Razões Bíblicas Êxo. 20:1-17; S,. Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; S. João 14:15; Rom. 8:1-4; I S. João 5:3; S. Mat. 22:36-40; Efés. 2:8

19 O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.
Razões Bíblicas Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; S. Luc. 4:16; Heb. 4:1- 11; Deut. 5:12-15; Isa. 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; S. Mar. 2:27 e 28

20 Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade
Razões Bíblicas Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; S. Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14

21 Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar.
Razões Bíblicas I S. João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e 10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I S. Ped. 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8)

22 Matrimônio e Família

O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos da mensagem final do evangelho
Razões Bíblicas Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; S. João 2:1-11; Efés. 5:21-33; S. Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; S. Mar. 10:11 e 12; S. Luc. 16:18; I Cor 7:10 e 11

23 O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento.
Razões Bíblicas Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12

24 A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo.
Razões Bíblicas Tito 2:13; S. João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; S. Mat 24; S. Mar. 13; S. Luc. 21; II Tim. 3:1- 5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28

25 Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde.
Razões Bíblicas I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6;23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; S. João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; S. João 5:24

26 O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.
Razões Bíblicas Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II S. Ped. 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21

27 A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém.
Razões Bíblicas II S. Ped. 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; S. Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15

Proclamando a Verdade © 2009. Todos os direitos reservados Taís Santos.

TOPO