Mostrando postagens com marcador IASD. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IASD. Mostrar todas as postagens

22 de julho de 2009

Cristãos Mais ou Menos



"Se estou empurrando a mim mesmo por aí sem nenhum poder real, então a religião que pratico não merece o nome que ostenta.
O que significa ser um cristão? Nós nos unimos tão intimamente com Cristo que nos tornamos um. Tal como em um casamento humano, quando tomamos o nome de Cristo, tornamo-nos um com Ele. É isso que significa ser um cristão." Jim Hohnberger, Vida Plena de Poder.

Já dizia o Espírito de Profecia:

"Ou somos cristãos decididos de todo o coração, ou nada somos." Testemunhos Seletos, v. 1, pág 26.

"Não podemos avançar na experiência cristã, enquanto não afastarmos de nosso caminho tudo quanto nos separe de Deus." Mensagens aos Jovens, pág 377.

"Nascemos originais e morremos cópias", disse Carl Jung. De quem você quer ser cópia? "Somos transformados pela contemplação", disse Ellen White. Em minha mente é difícil conceber a ideia de um cristão sem essas características. A cada dia, parece que a identidade de cristo, a expressão de "não pertencer a este mundo" vai caindo em um abismo irreal na vida de muitos. Essas pessoas agem, comem, vestem, compram, como se fossem daqui. Às vezes perdemos a visão do eterno. Do lar. Do nosso lugar que, definitivamente, não é e jamais será aqui. O espírito de profecia diz que quando a chuva serôdia cair, muitos entre nós não vão nem peceber. Ela vai cair no irmão que está ao lado, mas não vão entender. Só vão se dar conta quando a porta da graça se fechar.
Ser. Como essa palavra tem impacto em minha vida! Onde viver vai além de levantar aos sábados e ir à igreja, dar estudos, pregar, ajudar outros...tudo isto nunca irá fazer sentido em sua vida se o caráter de Cristo não estiver em suas mãos regendo suas ações; se ele não estiver em sua fronte, regendo seus pensamentos, sua fé.

"Não porei coisa má diante de meus olhos." Salmo 101:3

Assuma esse compromisso com Deus. Suas escolhas hoje, selarão seu destino eterno. Não se preocupe com nada aqui que te afaste de Deus. É isso que significa "amar a Deus acima de todas a coisas". Significa que primeiro eu tenho tempo pra Deus, depois, se sobrar tempo eu como, trabalho, ou faço qualquer outra coisa. E o seu Criador é tão bom que diz que se você fizer isto, "todas as coisas vos serão acrescentadas." É um passo de fé.
Não deixe nada separá-lo de Deus. Seu lugar não é aqui...

Fonte: Tais Santos

11 de junho de 2009

Jesus Errou!

Infelizmente é muito comum vivenciarmos situações onde o Senhor nos "diz" algo, seja através de Sua Palavra ou de Seus mensageiros, mas nós insistimos em dizer "não".

O Senhor mesmo fala conosco, diretamente, mas nós achamos que Ele está errado, e procuramos "corrigir" aquilo que o Rei do Universo pronunciou ou ainda pronuncia para nossa orientação.


Vejamos um exemplo bem conhecido...

"Então, Jesus lhes disse: Esta noite, todos vós vos escandalizareis Comigo; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão dispersas. (...) Disse-lhe Pedro: Ainda que venhas a ser um tropeço para todos, nunca o serás para mim. Replicou-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, tu Me negarás três vezes. Disse-lhe Pedro: Ainda que me seja necessário morrer Contigo, de nenhum modo Te negarei. E todos os discípulos disseram o mesmo" (Mateus 26:31-35).

Fico imaginando o diálogo dos discípulos após esta declaração de Jesus:

- Puxa vida! O que será que a gente ainda precisa fazer para Ele acreditar em nossa obediência e fidelidade?! A gente deixou tudo para segui-Lo, e há mais de três anos que somos escarnecidos, humilhados e perseguidos.
- Pois é... e agora Ele vem com esta história de que vamos negá-Lo!
- Não se preocupem! Ele deve estar estressado... não dêem atenção!

Não foram necessárias mais do que algumas poucas horas para que a "profecia" de Jesus se cumprisse à risca.

"Então, começou ele a praguejar e a jurar: Não conheço esse homem! E imediatamente cantou o galo. Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. E, saindo dali, chorou amargamente" (Mat. 26:74-75).

O "choro amargo" de Pedro retrata muito bem a experiência de muitos de nós que, depois de não darmos a atenção à Palavra de Deus, temos que nos defrontar com a dura realidade. Pedro achou que estava firme o suficiente para questionar o próprio Jesus... mas logo depois caiu em si, e viu sua pequenez diante da natureza pecaminosa que nos impregna.

A Bíblia diz para guardarmos o sábado, muitos preferem ignorar!
A Bíblia diz para para evitarmos certos alimentos, muitos preferem ignorar!
A Bíblia diz para devolver o dízimo e as ofertas, muitos ignoram!
A Bíblia diz para amarmo-nos uns aos outros... quão difícil é para alguns!
A Bíblia diz para não nos envolvermos em jugo desigual, muitos ignoram!
A Bíblia diz para aceitar a graça unicamente pela fé, sem mérito pessoal algum... muitos insistem no legalismo!
A Bíblia diz que o ecumenismo é artimanha do inimigo... muitos preferem incentivá-lo.
A Bíblia diz que os mortos estão dormindo, aguardando a ressurreição... muitos preferem acreditar em inferno, seio de Abraão, fantasmas e alma imortal!
A Bíblia diz que a esposa deve ser submissa ao marido... mas e o feminismo, onde fica?!
A Bíblia diz que o marido deve amar sua esposa como Cristo ama a Igreja... muitos ignoram!
A Bíblia diz que não devemos atirar a primeira pedra... mas andamos com muitas delas em nossos bolsos, prontinhas!

E por ai vai...

Assim como Pedro e os demais, nós também mantemos esta característica puramente carnal de não querer ouvir a Palavra de Deus, quando Ela vai de encontro (não "ao" encontro) de nossas convicções pessoais ou objetivos de vida.

É fácil seguir a Jesus, quando Ele fala aquilo que eu quero ouvir.
O dífícil (segundo Nietzche e Gandhi, impossível) é baixarmos nossa cabeça e aceitarmos humildemente TUDO que o Senhor nos ensina e orienta em Sua Palavra.

Para os que não dão ouvido a voz do Senhor, só resta uma alternativa: chorar amargamente depois de "quebrar a cara".

Graças a Deus... Aleluias ao Cordeiro... Glórias ao Santo Espírito.... porque a Divindade, estastrês Pessoas Maravilhosas, não desistem de nós, mesmo quando rejeitamos ouvir Seu conselho.

O mesmo orgulhoso, arrogante e intolerante Pedro, pouco depois, já estava de novo no topo, no pódio, recebendo de Jesus a grande comissão: apascentar o rebanho do Senhor.

Se você já rejeitou a Palavra de Deus, preferiu não dar ouvidos a Ela, e enveredar por caminhos confiado em seu próprio entendimento... chore amargamente... arrependa-se... e levante a cabeça, pois nosso Deus é o DEUS DA SEGUNDA CHANCE.

"[Pedro], Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos" (Luc. 22:32).

Autor: Profº Gilson Medeiros - IAENE

7 de junho de 2009

Programas do Pr. Fernando Iglesias em Áudio -


Arquivos de Áudio
Para baixar, clique com o botão direito do mouse sobre o nome da palestra e escolha a opção "Salvar destino como
"


Série Princípios

Ministério Pessoal

"Existem aqueles que pensam que tudo quanto deles se exige é dar dinheiro para a causa de Cristo; passam inutilmente o tempo precioso em que poderiam fazer serviço pessoal para Ele. Mas o privilégio e dever de todos os que têm saúde e força, é prestar serviço ativo para Deus. Todos têm que trabalhar na conquista de pessoas para Cristo." (PJ, p. 342, 343).

Veja abaixo as informações e materiais para envolver cada membro de sua igreja na missão.

Selecione o Material:




Pequenos Grupos




Fonte: Portal Adventista


28 de maio de 2009

Nisto Cremos – Áudios com as 28 Doutrinas Adventistas


NISTO CREMOS – Áudios com as 28 Crenças Fundamentais dos Adventistas do Sétimo dia. Para ouvir basta clicar nos links !

Arqueologia Bíblica

Escute as Palestras de Rodrigo Silva sobre Arqueologia Bíblica, gravadas na IASD Botafofo em maio de 2008.


Rodrigo Pereira da Silva é Teólogo, com doutorado em Teologia Bíblica na Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. Assunção (SP), pós-doutoramento em Arqueologia Bíblica na Andrews University (EUA). Participou de escavações em Israel, Espanha, Sudão e Jordânia. Atualmente é membro da Society of Biblical Literature, professor de Teologia no UNASP e curador adjunto do Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork. Autor dos livros “Eles criam em Deus” e “A Arqueologia e Jesus”.


Clique nos links abaixo para ouvir os áudios

A Entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém – Evidências Arqueológicas
O Bom Samaritano – Uma Lição de Justificação pela Fé
Jesus: Mito ou ficção?
Perguntas e Respostas sobre Arqueologia Bíblica

Em Defesa do Adventismo - Download


Para fazer o download do livro Em Defesa do Adventismo clique aqui.

16 de maio de 2009

Adventista Vence Debate na TV RIT


Ontem à noite (12-05-09), no programa "Vejam Só" do canal RIT TV (da Igreja da Graça), o jornalista Leandro Quadros (da TV Novo Tempo) deu um "show" de conhecimento bíblico. O tema era a "imortalidade da alma".

De um lado estava o Leandro, defendendo o estado inconsciente dos mortos, e a imortalidade apenas após a vinda de Jesus. Do outro lado estava um professor doutor da Universidade Presbiteriana, que defendia que os mortos em Cristo já estão em um "estado intermediário", perto de Deus. O mediador, o Pr. Teixeira (apresentador do programa) também defendia as ideias do prof. presbiteriano (afinal, este é o pensamento corrente entre os cristãos de hoje). Portanto, era 2x1.

O Leandro usou a Bíblia abundantemente, demonstrando um total controle do tema e um profundo conhecimento da Palavra de Deus, sempre citando versos e mais versos em confirmação à crença Adventista.Já o prof. presbiteriano se apoiava quase que exclusivamente na filosofia, citando pessoas como Agostinho e Calvino, e "esquecendo" de citar a Bíblia. Ele usava expressões genéricas do tipo: "em diversas passagens", "em inúmeros textos", etc., mas não abria a Bíblia para apresentar nela a base de sua argumentação.

Todos os textos que são interpretados equivocadamente pelos que crêem no estado consciente dos mortos (no "seio de Abraão", como o programa defendia), foram paulatina e claramente explicados pelo irmão Leandro, esclarecendo que a Bíblia NUNCA defende que os mortos já estão no céu ou no inferno... ou em alguma espécie de "limbo" intermediário.

Textos como a parábola do rico e Lázaro, a conversa de Jesus com o ladrão na cruz, as "almas" debaixo do altar em Apocalipse, os ressuscitados por ocasião da morte de Jesus, a declaração de Paulo sobre "partir e estar com Cristo", entre outros, foram sabiamente explicados segundo o contexto bíblico.

Ao final de sua apresentação, o Leandro colocou a "última pá de cal" sobre a frágil argumentação dos outros 2 participantes, quando apresentou o livro do Dr. Oscar Cullman, um dos mais renomados estudiosos do Novo Testamento, o qual apresenta que a doutrina da imortalidade da alma NÃO se harmoniza com o ensinamento do Novo Testamento, sendo mais uma "herança" da filosofia grega de Platão. Detalhe: o Dr. Cullman NUNCA foi Adventista do 7º Dia, aliás, ele morreu na fé da igreja Luterana.

Ficou evidente o constrangimento do egrégio prof. doutor e do apresentador do programa, que não tiveram como esboçar nenhuma reação face ao depoimento de alguém tão respeitado e que não fazia parte da Igreja Adventista. Ou seja, jogou por terra o lenga-lenga de que os Adventistas "inventam" suas "heresias"...rsrs

É uma pena que debates como estes não surtam grandes resultados, pois vemos que as pessoas não estão muito interessadas em abandonarem suas convicções equivocadas e aceitarem a Verdade Bíblica, como as "considerações finais" do prof. presbiteriano demonstraram.

Entretanto, esperamos em Deus que a convicção de fé e a sólida fundamentação bíblica que o irmão Leandro apresentou, tenham servido para alguns espectadores sinceros verem que suas doutrinas podem não se sustentarem somente pela Bíblia, e passem a estudar melhor a Palavra de Deus, sem se limitarem, muitas vezes, a apenas repetirem o que outros já lhe disseram no passado.
"antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós" (1Ped. 3:15).

Não é à toa que os Adventistas são o "povo da Bíblia"... Aleluia!

10 de maio de 2009

Lares de Esperança


2 de abril de 2009

Visão de Outros Mundos - Ellen White

Atendendo à pedidos, faremos uma exposição das citações onde Ellen White descreve a visão de outros mundos. Em seus escritos, encontramos apenas duas citações sobre o assunto (ambas citações sendo a mesma visão) em questão. Sem tirar conclusões precipitadas e com o pressuposto que é tudo que temos, desde já deixamos claro que o que passar das palavras citadas aqui, será especulação.

Vida e Ensinos, pág 97 à 99 / Primeiros Escritos, pág 39 e 40:

"O Senhor me proporcionou uma vista de outros mundos. Foram-me dadas asas, e um anjo me acompanhou da cidade a um lugar fulgurante e glorioso. A relva era de um verde vivo, e os pássaros gorjeavam ali cânticos suaves. Os habitantes do lugar eram de todas as estaturas; nobres, majestosos e formosos. Ostentavam a expressa imagem de Jesus, e seu semblante irradiava santa alegria, que era uma expressão da liberdade e felicidade do lugar. Perguntei a um deles por que eram muito mais formosos que os da Terra. A resposta foi:
- Vivemos em estrita obediência aos mandamentos de Deus, e não caímos em desobediência, como os habitantes da Terra.
Vi então duas árvores. Uma se assemelhava muito à árvore da vida, existente na cidade. O fruto de ambas tinha belo aspecto, mas o de uma delas não era permitido comer. Tinham a faculdade de comer de ambas, mas era-lhes vedado comer de uma.
Então meu anjo assistente me disse:
- Ninguém aqui provou da árvore proibida; se, porém, comessem, cairiam.
Então fui levada a um mundo que tinha sete luas. Vi ali o bom e velho Enoque que tinha sido trasladado. Em sua destra havia uma palma resplendente, e em cada folha estava escrito: "Vitória." Pendia-lhe da cabeça uma grinalda branca, deslumbrante, com folhas, e no meio de cada folha estava escrito: "Pureza", e em redor da grinalda havia pedras de várias cores que resplandeciam mais do que as estrelas, e lançavam um reflexo sobre as letras, aumentando-lhes o volume. Na parte posterior da cabeça havia um arco em que rematava a grinalda, e nele estava escrito: "Santidade." Sobre a grinalda havia uma linda coroa que brilhava mais do que o Sol. Perguntei-lhe se este era o lugar para onde fora transportado da Terra. Ele disse:
- Não é; minha morada é na cidade, e eu vim visitar este lugar.
Ele percorria o lugar como se realmente estivesse em sua casa. Pedi ao meu anjo assistente que me deixasse ficar ali. Não podia suportar o pensamento de voltar a este mundo tenebroso. Disse então o anjo:
- Deves voltar e, se fores fiel, juntamente com os 144.000 terás o privilégio de visitar todos os mundos e ver a obra das mãos de Deus."

Contrariamente a algumas afirmações, Ellen White não deu nome a nenhum dos "mundos" que ela viu em visão. José Bates , um capitão da marinha aposentado e que tinha um interesse especial por astronomia, estava presente em pelo menos uma dessas visões e relatou que identificara como sendo Júpiter, Saturno e Urano os planetas por ela descritos. Alguns têm ligado equivocadamente as afirmações de Bates com as descrições de Ellen White sobre um "lugar" habitado por seres "nobres" e "majestosos". No entanto, ao se referir à suas visões, ela diz apenas que ela foi levada a um " lugar " "fulgurante e glorioso" (itálico acrescentado). Ela não identifica o "lugar" como sendo Júpiter, Saturno ou qualquer outro planeta do nosso sistema solar.

Como essa questão é bem frequente, devemos tomar cuidado em não ir além do que o texto diz. A citação fala por si só. Sejamos prudentes e analizemos com a seriadade que deve ser tratado o tema. E certos de que um dia "conheceremos como somos conhecidos", prossigamos atentos e perseverantes Àquele que fez a promessa.

"Crede no Senhor vosso Deus , e estareis seguros. Crede nos Seus profetas e prosperareis." (II Crô. 20:20).

Maranata!

Taís Santos




28 de março de 2009

Como entender Isaias 65:17? “Não haverá lembrança das coisas passadas”

Como entender Isaias 65:17? “Não haverá lembrança das coisas passadas”

Comentário extraído da 25º Doutrina Adventista, publicado na revista adventista
Revista Adventista, Pág. 42 – Edição do ano de 1983
“Por ocasião do segundo advento os santos de todas as eras receberão sua herança simultaneamente (I Tess. 4:16 e 17). No dia da ressurreição, cada pessoa será novamente criada e receberá um novo corpo, e contudo cada um reconhecerá os amigos e será por eles reconhecido. Aqueles que caminharem pelas ruas do céu serão as mesmas pessoas que viveram sobre a terra e passaram pelas experiências que os tornaram únicos. É confortador saber que Deus preservará os caracteres e personalidades das pessoas e que por ocasião da ressurreição as restaurará a sua própria natureza especial.”
Comentário Bíblico Adventista
Sobre a “Expressão não haverá lembranças” Isaias 65:17
Nisto estariam compreendidas as " primeiras angústias " (vers. 16), as tribulações do cativeiro, ou para nós as dificuldades deste mundo ímpio. A paz e a glória da nova terra sobrepujarão de tal modo os problemas e as angústias do mundo presente, que em comparação as provas não parecerão nada (Jer. 3:16; P 17; cf. ISA. 43:18-19).
Alguns pensaram que nesta passagem o profeta prediz um esquecimento completo das coisas desta terra, ao menos em relação com os pecados passados, mas no hebraico necessariamente se entende dessa forma. O verbo zakar, traduzido "recordar", muitas vezes define a ação ou a condição que resulta da memória consciente. Por exemplo, a declaração de que os filhos do Israel "não lembraram-se" de Jehová (Juec. 8:34) não significa que nunca pensavam sobre Deus.
Só quer dizer que o povo não rendia a Jehová o culto que o conhecimento do Eterno deveria ter produzido (ver com. Juec. 8:34). Se essa idéia se aplicar à afirmação de Isaías, poderia entender-se que a lembrança das coisas anteriores já não incomodarão nem angustiarão a mente nem causará tristeza nos remidos.
Outras citações de Ellen White
Nesse mundo futuro, "serão esclarecidas todas as perplexidades da vida" (Ed, 295).
Quando já não virmos mais "por espelho, oscuramente" (1 Cor. 13:12), teremos "um conhecimento claro e inteligente" pelo que custou nossa salvação (GC 651 e 674).
O conhecimento da história do grande conflito será a proteção para que nunca mais se repita o ímpio experimento do pecado (CS 553).
No livro GC, Pág. 645 ela escreveu “Criancinhas são levadas pelos santos anjos aos braços de suas mães. Amigos há muito separados pela morte, reúnem-se, para nunca mais se separarem...” Portanto se a mente será completamente apagada este texto seria contraditório. As mães não reconheceriam seus filhos e os amigos não se reconheceriam no céu.
O termo “Não haverá lembrança” ou “não Virá ao pensamento” signigica Literalmente, " não subirá ao coração".
Quanto ao pensamento de que haverá tristeza se algum ente querido não for salvo, temos que ter em mente que na eternidade haverá tanta coisa maravilhosa e teremos um senso de emoções e justiça tão perfeitos que as coisas passadas e tristes serão suplantadas pelas alegres, novas e gloriosas.

Elen White Defendia o Racismo Entre Adventistas?

Mais de uma vez já me questionaram sobre algumas declarações de Ellen White sobre o casamento entre brancos e negros.

Existe um Centro Apologético (em teologia, "apologia" significa "defesa da fé") aqui no Brasil que "adora" falar mal dos Adventistas, uma das principais "seitas" heréticas, segundo eles.

Os "estudiosos" deste Centro gostam de usar esta foto ai do lado, para chamar a atenção para o assunto.Como é possível que você já tenha se deparado com esta questão referente ao "racismo" por parte de Ellen White, estou disponibilizando um material que preparei há algum tempo sobre este assunto.

Se ainda não ouviu falar de mais esta absurda acusação contra nós, Adventistas do 7º Dia, aproveite para ficar sabendo, e ver o que realmente é verdade sobre o tema.

Espero que ajude!

Para pegar uma cópia do artigo, clique aqui.


Gilson Medeiros

Nisto Cremos - 27 Doutrinas Básicas

Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo e mantêm certas crenças fundamentais como sendo o ensino das Escrituras Sagradas. Estas crenças, da maneira como são apresentadas aqui, constituem a compreensão e a expressão do ensino das Escrituras por parte da Igreja. Logo abaixo confira todas as 27 doutrinas.




01 As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. Nesta Palavra, Deus transmitiu ao homem o conhecimento necessário para salvação. As Escrituras Santas são a infalível revelação de Sua vontade.Constituem o padrão de caráter, o prova de experiência, o autorizado revelador de doutrinas e o registro fidedigno dos atos de Deus na História.

Razões Bíblicas 2 Pedro 1:20, 21; 2 Tim. 3:16, 17; Sal. 119:105; Prov. 30:5, 6; Isa. 8:20; João 17:17; 1 Tess. 2:13; Heb.

02 A Trindade

Há um só Deus: Pai, Filho, e Espírito Santo, uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo e sempre presente. Ele é infinito e além da compreensão humana, mas é conhecido por meio de Sua auto-revelação. Para sempre é digno de culto, adoração, e serviço por parte de toda criação.

Razões Bíblicas Deut. 6:4; Mat. 28:19; 2 Cor. 13:14; Efé. 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Tim. 1:17; Apoc.. 14:7


03 Deus Pai

Deus, o Eterno Pai, é o Criador, o Originador, o Mantenedor e o Soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-se, e grande em cosntante amor e fidelidade. As qualidades e poderes manifestos no Filho e o Espírito Santo também constituem revelações do Pai.
Razões Bíblicas Gen. 1:1; Apoc. 4:11; 1 Cor. 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Tim. 1:17; Ex. 34:6, 7; John 14:9

04 Deus Filho

Deus, o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade e julgado o mundo. Sendo paara sempre verdadeiramente Deus, Ele se tornou também verdadeiramente homem, Jesus, o Cristo. Ele foi concebido do Espírito Santo e nasceu da virgem a Maria. Viveu, e experimentou a tentação como um ser humano, mas exemplificou perfeitamente a justiça e o amor de Deus. Por Seus milagres manifestou o poder de Deus e atestou que era o Messias prometido por Deus. Sofreu e morreu voluntariamente na cruz por nossos pecados e em nosso lugar, foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Virá outra vez, em glória, para o livramento final de Seu povo e a restauração de todas as coisas.
Razões Bíblicas João 1:1-3, 14; Col. 1:15-19; João 10:30; 14:9; Rom. 6:23; 2 Cor. 5:17-19; João 5:22; Lucas 1:35; Filip. 2:5-11; Heb. 2:9-18; 1 Cor. 15:3, 4; Heb. 8:1, 2; João 14:1-3

05 Deus Espírito Santo

Deus, o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras. Encheu de poder a vida de Cristo. Atrai e convence os seres humanos; e os que se mostram sensíveis são renovados e trasnformados por Ele, à imagem de Deus. Enviado pelo Pai e pelo Filho para estar sempre estar com Seus filhos, Ele concede dons espirituais à igreja, habilita a dar testemunho de Cristo e, em harmonia com as Escrituras, guia-a em toda a verdade.
Razões Bíblicas Gen. 1:1, 2; Lucas 1:35; 4:18; Atos 10:38; 2 Pedro 1:21; 2 Cor. 3:18; Efé. 4:11, 12; Atos 1:8; João 14:16-18, 26; 15:26, 27; 16:7-13

06 A Criação

Deus é o Criador de todas as coisas, e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora."Em seis dias fez o Senhor os Céu e a Terra" e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. Assim Ele estabeleceu o sábado como perpétuo monumento comemorativo de Sua esmerada obra criadora. O primeiro homem e mulher foram formados à imagem de Deus como obra-prima da Criação, foi-lhes dado domínio sobre o mundo e atribuiu-lhes a responsabilidade de cuidar dele. Quando o mundo foi concluído, ele era "muito bom", proclamando a glória de Deus.
Razões Bíblicas Gen. 1; 2; Ex. 20:8-11; Sal. 19:1-6; 33:6, 9; 104; Heb. 11:3

07 A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade, o poder e a liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma, e dependente de Deus quanto à vida, respiração e tudo o mais. Quando os nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, eles negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição abaixo de Deus. A imagem de Deus, neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilharam dessa natureza caída e de suas conseqüências. Eles nascem com fraquezas e tendências para o mal. Mas Deus, em Cristo, reconciliou consigo o mundo e por meio de Seu Espírito restaura nos mortais penitentes a imagem de seu Criador. Criados para a glória de Deus, eles são chamados para amá-Lo e uns aos outros, e para cuidar de seu ambiente.
Razões Bíblicas Gên. 1:26-28; 2:7; Sal. 8:4-8: Atos 17:24-28; Gên. 3; Salm. 51:5; Rom. 5:12-17; II Cor. 5:19 e 20

08 O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida num grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua lei e Sua soberania sobre o Universo. Este conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria tornou-se Satanás, o adversário de Deus, e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo, ao induzir Adão e Eva em pecado. Este pecado humano resultou na deformação da imagem de Deus na humanidade, no transtorno do mundo criado e em sua conseqüente devastação por ocasião do dilúvio mundial. Observado por toda a criação, este mundo tornou-se palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. Para ajudar Seu povo nesse conflito, Cristo envia o Espírito Santo e os anjos leais, para os guiar, proteger e amparar no caminho da salvação.
Razões Bíblicas Apoc. 12:4-9; Isa. 14:12- 14; Ezeq. 28:12-18; Gên. 6-8; II Ped. 3:6; Rom. 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Heb. 1:4-14; I Cor. 4:9

09 Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam esta expiação pela fé possam ter vida eterna, e toda a criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. Esta expiação perfeita vindica a justiça da lei de Deus e a benignidade de Seu caráter; pois ela não somente condena o nosso pecado, mas também garante o nosso perdão. A morte de Cristo é substituinte e expiatória, reconciliadora e transformadora. A ressurreição de Cristo proclama a vitória de Deus sobre as forças do mal, e assegura a vitória final sobre o pecado e a morte para os que aceitam a expiação. Ela proclama a soberania de Jesus Cristo, diante do qual se dobrará todo joelho, no Céu e na Terra.
Razões Bíblicas S. João 3:16; Isa. 53; II Cor. 5:14, 15 e 19-21; Rom. 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filip. 2:6-11; I S. João 2:2; 4:10; Col. 2:15

10 A Experiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo, que não conheceu pecado, Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo, sentimos nossa necessidade, reconheçamos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Esta fé que aceita a salvação advém do divino poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados, adotados como filhos e filhas de Deus e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos santificados; o Espírito renova nossa mente, escreve a lei de Deus, a lei de amor, em nosso coração, e recebemos o poder para levar uma vida santa. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza de salvação agora e no Juízo.
Razões Bíblicas Sal. 27:1; Isa. 12:2; Jonas 2:9; S. João 3:16; II Cor. 5:17-21: Gál. 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Rom. 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; I Cor. 2:5; 15:3 e 4; I S. João 1:9; 2:1 e 2; Efés. 2:5-10; 3:16-19; Gál. 3:26; S. João 3:3-8; S. Mat. 18:3; I S. Ped. 1:23, 2:21; Heb. 8:7-12

11 A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo com Senhor e Salvador. Em continuidade do povo de Deus nos tempos do Velho Testamento, somos chamados para fora deste mundo; e nos unimos para prestar culto para comunhão, para instrução na Palavra, para a celebração da Ceia do Senhor, para serviço a toda humanidade e para a proclamação mundial do evangelho. A igreja recebe sua autoridade de Cristo, o qual é a Palavra encarnada, e das Escrituras, que são a Palavras escrita. A Igreja é a família de Deus; adotados por Ele como filhos, seus membros vivem com base no novo concerto. A Igreja é o corpo de Cristo, uma comunidade de fé, da qual o próprio Cristo é a Cabeça. A Igreja é a Noiva pela qual Cristo morreu para que pudesse santificá-la e purificá-la. Em Sua volta triunfal, Ele a apresentará a Si mesmo Igreja gloriosa, os fiéis de todos os séculos, a aquisição de Seu sangue, sem mácula, nem ruga, porém santa, sem defeito.
Razões Bíblicas Gên. 12:3; Atos 7:38; S. Mat. 21:43; 16:13-20; S. João 20:21 e 22; Atos 1:8; Rom. 8:15-17; I Cor. 12:13-27; Efés. 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15

12 O Remanescente e Sua Missão

A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente crêem em Cristo; mas, nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para fora a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Este remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. Esta proclamação é simbolizada pelos três anjos do Apocalipse 14; coincide com a obra do julgamento no Céu e resulta numa obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a ter uma parte pessoal neste testemunho mundial.
Razões Bíblicas S. Mar. 16:15; S. Mat. 28:18-20; 24:14; II Cor. 5:10; Apoc. 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efés. 5:22-27; Apoc. 21:1-14)

13 Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de nação, tribo, língua e povo. Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não deve ser motivo de dissenções entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Esta unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos.
Razões Bíblicas Sal. 133:1; I Cor. 12:12-14; Atos 17:26 e 27; II Cor. 5:16 e 17; Gál. 3:27-29; Col. 3:10-15; Efés. 4:1-6; S. João 17:20-23; S. Tiago 2:2-9; I S. João 5:1

14 O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.
Razões Bíblicas S. Mat. 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Rom. 6:1-6: Gál. 3:27; I Cor. 12:13; Col. 2:21 e 13; I S. Ped. 3:21

15 A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Salvador e Senhor. Nessa experiência de comunhão, Cristo está presente para encontrar-Se com Seu povo e fortalecê-lo. Participando da Ceia, proclamamos alegremente a morte do nosso Senhor até que Ele volte. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante à de Cristo e para unir nossos corações em amor. O Serviço da Comunhão é franqueado a todos os crentes cristãos.
Razões Bíblicas S. Mat. 26:17-30; I Cor. 11:23-30; 10:16 e 17; S. João 6:48-63; Apoc. 3:20; S. João 13:1-17

16 Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais que cada membro deve empregar em amoroso ministério para o bem comum da Igreja e da humanidade. Sendo outorgados pela atuação do Espírito Santo, o qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêem todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. De acordo com as Escrituras, esses dons abrangem tais ministérios como a fé, a cura, profecia, proclamação, ensino, administração, reconciliação, compaixão, e serviço abnegado e caridade para ajuda e animação das pessoas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pela Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino especialmente necessários para habilitar os membros para o serviço, edificar a Igreja com vistas à maturidade espiritual e promover a unidade da fé e do conhecimento de Deus. Quando os membros utilizam esses dons espirituais como fiéis despenseiros da multiforme graça de Deus, a Igreja é protegida contra a influência demolidora de falsas doutrinas, tem um crescimento que provém de Deus e é edificada na fé e no amor.
Razões Bíblicas Rom. 12:4-8; I Cor. 12:9-11, 27 e 28; Efés. 4:8 e 11-16; II Cor. 5:14-21; Atos 6:1-7; I Tim. 2:1-3; I S. Ped. 4:10 e 11; Col. 2:19; S. Mat. 25:31-36

17 O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Este dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo o ensino e experiência.
Razões Bíblicas Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Heb. 1:1-3; Apoc. 12-17; 19:10

18 A Lei de Deus

Os grandes princípios da lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo. Expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórias a todas as pessoas, em todas as épocas. Estes preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma no julgamento de Deus. Por meio da atuação do Espírito Santo, eles apontam para o pecado e despertam o senso da necessidade de um Salvador. A Salvação é inteiramente pela graça, e não pelas obras, mas seu fruto é a obediência aos mandamentos. Essa obediência desenvolve o caráter cristão e resulta numa sensação de bem-estar. É uma evidência de nosso amor ao Senhor e de nossa solicitude por nossos semelhantes. A obediência da fé demonstra o poder de Cristo para transformar vidas, e fortalece, portanto, o testemunho cristão.
Razões Bíblicas Êxo. 20:1-17; S,. Mat. 5:17; Deut. 28:1-14; Sal. 19:7-13; S. João 14:15; Rom. 8:1-4; I S. João 5:3; S. Mat. 22:36-40; Efés. 2:8

19 O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação, descansou no sétimo dia e instituiu o sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da lei de Deus requer a observância deste sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e a prática de Jesus, o Senhor do sábado. O sábado é um dia de deleitosa comunhão com Deus e uns com os outros. É um símbolo de nossa redenção em Cristo, um sinal de nossa santificação, uma prova de nossa lealdade e um antegozo de nosso futuro eterno no reino de Deus. O sábado é um sinal perpétuo do eterno concerto de Deus com Seu povo. A prazerosa observância deste tempo sagrado duma tarde a outra tarde, do por-do-sol ao por-do-sol, é uma celebração dos atos criadores e redentores de Deus.
Razões Bíblicas Gên. 2:1-3; Êxo. 20:8-11; 31:12-17; S. Luc. 4:16; Heb. 4:1- 11; Deut. 5:12-15; Isa. 56: 5 e 6; 58:13 e 14; Lev. 23:32; S. Mar. 2:27 e 28

20 Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis a Ele pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus por meio do fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua Igreja. A mordomia é um privilégio que Deus nos concede para o desenvolvimento no amor e para a vitória sobre o egoísmo e a cobiça. O mordomo se regozija nas bênçãos que advêm aos outros como resultado de sua fidelidade
Razões Bíblicas Gên. 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Mal. 3:8-12; S. Mat. 23:23; I Cor. 9:9-14

21 Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, nós só nos envolvemos naquelas coisas que produziram em nossa vida pureza, saúde, e alegria semelhantes às de Cristo. Isto significa que nossas diversões e entretenimentos devem corresponder aos mais altos padrões de gosto e beleza cristãos. Embora reconheçamos diferenças culturais, nosso vestuário deve ser simples, modesto e de bom gosto, apropriado àqueles cuja verdadeira beleza não consiste no adorno exterior, mas no ornamento imperecível de um espírito manso e tranqüilo. Significa também que, sendo o nosso corpo o templo do Espírito Santo, devemos cuidar dele inteligentemente. Junto com adequado exercício e repouso, devemos adotar alimentação mais saudável possível e abster-nos dos alimentos imundos identificados nas Escrituras. Visto que as bebidas alcóolicas, o fumo e o uso irresponsável de medicamentos e narcóticos são prejudiciais a nosso corpo, também devemos abster-nos dessas coisas. Em vez disso, devemos empenhar-nos em tudo que submeta nossos pensamentos e nosso corpo à disciplina de Cristo, o qual deseja nossa integridade, alegria e bem-estar.
Razões Bíblicas I S. João 2:6; Efés. 5:1-13; Rom. 12:1 e 2; I Cor. 6:19 e 20; 10:31; I Tim. 2:9 e 10; Lev. 11:1-47; II Cor. 7:1; I S. Ped. 3:1-4; II Cor. 10:5; Filip. 4:8)

22 Matrimônio e Família

O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e casar-se com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da Igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcança completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros de Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é um dos característicos da mensagem final do evangelho
Razões Bíblicas Gên. 2:18-25; Deut. 6:5-9; S. João 2:1-11; Efés. 5:21-33; S. Mat. 5:31 e 32; 19:3-9; Prov. 22:6; Efés. 6:1-4; Mal. 4:5 e 6; S. Mar. 10:11 e 12; S. Luc. 16:18; I Cor 7:10 e 11

23 O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu, o verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crente os benefícios de Seu sacrifício expiatório, oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grade Sumo-sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião de Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. É uma obra de juízo investigativo, a qual faz parte da eliminação final de todo o pecado, prefigurada pela purificação do antigo santuário hebraico no Dia da Expiação. Nesse serviço típico, o santuário era purificado com o sangue do sacrifício de animais vivos, mas as coisas celestiais são purificadas com o perfeito sacrifício do sangue de Jesus. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos dorme em Cristo, sendo, portanto, nEle, considerado digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesta quem, dentro vivos permanece em Cristo, guardando os mandamentos e a fé de Jesus, estando, portanto, nEle, preparado para a transladação ao Seu reino eterno. Esse julgamento vindica a justiça de Deus em salvar os que crêem em Jesus. Declara que os que permanecem leais a Deus, receberão o reino. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo Advento.
Razões Bíblicas Heb. 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Dan. 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24- 27; Núm. 14:34; Ezeq. 4:6; Mal. 3:1; Lev. 16; Apoc. 14:12; 20:12; 22:12

24 A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja, o grande ponto culminante do evangelho. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. Quando Ele voltar, os justos falecidos serão ressuscitados e, juntamente com os justos que estiverem vivos, serão glorificados e levados para o Céu, mas os ímpios irão morrer. O cumprimento quase completo da maioria dos aspectos da profecia, bem como a condição atual do mundo, indica que a vinda de Cristo é iminente. O tempo exato desse acontecimento não foi revelado, e somos portanto exortados a estar preparados em todo o tempo.
Razões Bíblicas Tito 2:13; S. João 14:1-3; Atos 1:9- 11; I Tess. 4:16 e 17; I Cor. 15:51-54; II Tess. 2:8; S. Mat 24; S. Mar. 13; S. Luc. 21; II Tim. 3:1- 5; Joel 3:9-16; Heb. 9:28

25 Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, os justos ressuscitados e os justos vivos serão glorificados e arrebatados para o encontro de seu Senhor. A segunda ressurreição, a ressurreição dos ímpios ocorrerá 1000 anos mais tarde.
Razões Bíblicas I Tim. 6:15 e 16; Rom. 6;23; I Cor. 15:51-54; Ecles. 9:5 e 6; Sal. 146:4; I Tess. 4:13-17; Rom. 8:35-39; S. João 5:28 e 29; Apoc. 20:1-10; S. João 5:24

26 O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos de Cristo de Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreições. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos; a Terra estará completamente desolada, sem habitantes humanos com vida, mas ocupada por Satanás e seus anjos. No fim desse período, Cristo com Seus santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores.
Razões Bíblicas Apoc. 20; Zac. 14:1-4; Jer. 4:23-26; I Cor. 6; II S. Ped. 2:4; Ezeq. 28:18; II Tess. 1:7-9; Apoc. 19:17, 18 e 21

27 A Nova Terra

Na Nova Terra, em que habita justiça, Deus proverá um lar eterno para os remidos e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria, e aprendizado eternos, em Sua presença. Pois aqui o próprio Deus habitará com o Seu povo, e o sofrimento e a morte terão passado. O grande conflito estará terminado e não mais existirá pecado. Todas as coisas, animadas e inanimadas, declaram que Deus é amor; e Ele reinará para todo o sempre. Amém.
Razões Bíblicas II S. Ped. 3:13; Gên. 17:1-8; Isa. 35; 65:17-25; S. Mat. 5:5; Apoc. 21:1-7; 22:1-5; 11:15

Proclamando a Verdade © 2009. Todos os direitos reservados Taís Santos.

TOPO